
Mercado Brasileiro de Pallets
108 milhões de pallets por ano. Seu concorrente já automatizou.
Metade da madeira serrada do Brasil vai para pallet. O volume não para de crescer — mas a produção manual não acompanha. Quem não automatiza perde contrato.
O mercado em números
108 Mi
50%
6+
-40%
pallets produzidos por ano no Brasil. Demanda estrutural, não sazonal.
da madeira serrada nacional é consumida pela cadeia de pallets.
segmentos industriais que dependem de pallet para operar e exportar.
de custo com mão de obra na linha automatizada versus produção manual.
Por que fabricantes perdem contratos
Produção manual não sustenta volume industrial
Contratos de grande volume exigem prazo e padrão. A linha manual entrega inconsistência. Quando o cliente percebe, já migrou para quem automatizou.
Capacidade limitada, pedido recusado
Pallet fora de padrão gera devolução
Mão de obra cara e imprevisível
Cliente grande exige prazo fixo
Operação manual tem teto de volume. Quando chega o contrato grande, a fábrica não consegue entregar e perde o cliente.
Montagem manual varia por turno e por operador. Pallet fora da norma ABNT é devolvido, descontado ou descartado.
Absenteísmo, rotatividade e custo por pallet aumentam todo ano. A margem encolhe enquanto o volume exigido cresce.
Indústrias de alimentos e frigoríficos não aceitam atraso. Uma entrega falhada cancela o contrato inteiro.

Segmentos atendidos pela GFA
Sua operação está nessa lista
Fabricantes de pallets
Serrarias e madeireiras
Alimentos, bebidas e frigoríficos
Indústrias consumidoras que precisam de pallet padronizado, rastreável e em volume constante para não travar a expedição.
Produtores que operam manual e precisam escalar volume para atender contratos de distribuidoras e atacadistas.
Operações que já têm matéria-prima e querem agregar valor produzindo o pallet acabado dentro da própria planta.
O problema é sistêmico. A solução é instalável.
Veja como a linha da GFA resolve capacidade, padrão e prazo com ROI calculado antes da assinatura.

